Quem tem medo de um ataque hacker?

Você sabe qual a relação existente entre o universo da cultura hacker e os antigos filmes de faroeste hollywoodianos? Apesar de, aparentemente, as duas culturas serem completamente diferentes, um detalhe na vestimenta dos cowboys é o ponto que originou a ligação entre os westerns e os hackers: a coloração dos chapéus. 

Nos dois universos, a cor dos acessórios é usada para determinar de qual lado estão os seus usuários: os chapéus claros (white hats) são os mocinhos ou, na atualidade, como se denominam os hackers éticos. Já os de coloração escura – black hats – é como são conhecidos os hackers não éticos, os vilões. Mas a dicotomia entre bem versus mal fica mesmo na ficção, porque, no mundo cibernético, esses dois lados da história podem se mesclar, e daí surgem os gray hats: os hackers de chapéu cinza. 

Se, quando o assunto são hackers, a ideia que vem à sua mente é sempre a de um duelo virtual entre a tentativa de os invasores terem acesso a dados sigilosos de um lado e uma equipe de TI tentando se defender de outro, esse artigo é para você! 

Afinal, quando se trata de cybersecurity, entre vilões e mocinhos existem muitos outros personagens envolvidos e a sua empresa é um deles. 

Quais são os tipos de hackers? 

Black hat hacker: são pessoas com profundo conhecimento em sistemas operacionais e programação, mas que o usa para fins não éticos. Ou seja, são os indivíduos que exploram as vulnerabilidades dos sistemas de empresas de maneira maliciosa, com o objetivo de roubar informações sensíveis ou confidenciais e conseguir, com isso, ganhar dinheiro. 

White hat hacker: são também pessoas com bastante conhecimento em sistemas operacionais e programação, mas o usa para descobrir as vulnerabilidades e ajudar as organizações a monitorá-las e tratá-las, evitando, assim, ataques cibernéticos de black hats. Eles praticam o chamado Ethical Hacking e são os profissionais contratados por empresas focadas em cybersecurity. 

Gray hat hacker: são aqueles que, ao descobrir uma vulnerabilidade de empresa ou produto, não a explora como forma de ganhar dinheiro, mas geralmente, tornam pública a descoberta abrindo caminho tanto para black hats usarem a informação quanto para que a organização mencionada consiga tratar a falha de cibersegurança. 

Como o Ethical Hacking pode ajudar as empresas? 

Neste ponto, talvez você já tenha percebido que nem todo ciberataque é, de fato, um duelo entre mocinhos e bandidos, já que, em algumas circunstâncias controladas, simular uma invasão hacker pode ser uma excelente estratégia para reforçar a cibersegurança de uma organização. 

Através do Ethical Hacking, white hat hackers são contratados para realizar ataques cibernéticos ao sistema das empresas e, assim, entender quais são suas vulnerabilidades mais críticas. Duas são as técnicas mais usadas para demonstrar as ameaças: o Pen Test e o Red Teaming. 

No Pen Test, simulam-se técnicas de black hackers para tentar invadir o sistema da organização e, assim, conseguir visualizar as vulnerabilidades críticas e riscos de cybersecurity da rede corporativa. Já no Red Teaming, simula-se uma invasão de espionagem industrial. Com isso, é possível avaliar o comportamento e tempo de resposta da equipe de tecnologia na detecção de um ataque. 

A equipe de Cybersecurity da Ativy Digital conta com white hat hackers altamente capacitados para decodificar a mente de cibercriminosos e conseguir, antecipadamente, simular ataques ao sistema da sua empresa para deixá-lo cada vez mais seguro. Afinal, acreditamos em uma transformação digital segura para impulsionar negócios e pessoas. Fale com um Ativer! 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *